“No início era o verbo”

Este livro não começou, foi começando… Depois de muitos anos a contar histórias aos meus alunos e aos alunos de outras escolas, resolvi capitalizar essa experiência e, movido pelos incentivos de muitos, começar a passá-las para o papel.

O tempo foi passando e umas horas aqui e outras ali e o número de “contos” foi crescendo. Contudo esta amálgama aparentemente avulsa de episódios tinha sempre como fio condutor a Matemática e a distância a que o “comum mortal” está dela.

O meu ponto de partida foi a noção clara com que fiquei depois de dois anos de “trabalho de campo” (leia-se dar aulas de matemática): falta um dicionário Matemática-Português/Português Matemática. Neste sentido passei a olhar para a Matemática não como uma ciência mas como um idioma!

Passei em revista o mais básico do básico e ousei ir longe (espero que não longe demais) entrando por conceitos do cálculo infinitesimal. Mas como todas as viagens, o mais importante é o caminho!

Estava o texto escrito mas faltava algo muito importante que tinha marcado a construção de todos os capítulos: as imagens. Imaginadas desde o princípio a ter um papel bem mais que ilustrativo nunca em sonhos imaginaria que ganhariam a preponderância que apresentam na versão final do livro…

Em breve conto-lhe o resto desta história…

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